2026 é o novo 2016? Entenda a onda de nostalgia que fez filmes clássicos voltarem ao Top 10

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Belo Horizonte – Se você abriu o TikTok ou o Instagram nos últimos dias, certamente se deparou com filtros saturados, fotos granulosas e trilhas sonoras de uma década atrás. O fenômeno viral “2026 é o novo 2016” não é apenas uma brincadeira matemática; ele está alterando o consumo de entretenimento. No BSNotícias deste sábado (21), mostramos como essa obsessão pelo passado fez filmes dos anos 80, 90 e 2000 dispararem nas plataformas de streaming.

O Algoritmo da Saudade

O movimento começou com a geração Z resgatando a estética de 2016 (considerado por muitos o “último ano simples” antes das grandes crises globais). Isso gerou um efeito cascata: clássicos como “De Volta para o Futuro”, “Batman: O Retorno” e “O Poderoso Chefão” voltaram a figurar entre os mais assistidos da Netflix e Max neste mês de fevereiro.

Cinema em Casa: A Experiência Retrô

A tendência não para na tela. Muitos mineiros estão recriando em casa as famosas “sessões de cinema”, mas com um toque moderno. O uso de projetores portáteis e sistemas de som que simulam a experiência das antigas locadoras virou febre. Em Belo Horizonte, grupos de amigos têm se reunido para rever títulos como “Central do Brasil” e “Top Gun”, celebrando o cinema que resiste ao tempo.

Por que agora?

Especialistas em cultura digital apontam que, diante de um mundo cada vez mais dominado por Inteligência Artificial e incertezas, o público busca conforto no que é familiar. “Rever um filme que você amava na infância ou adolescência é uma forma de autocuidado em 2026”, afirma um sociólogo ouvido pela nossa reportagem.


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