Saúde que Cabe no Bolso: Planos de saúde para pets crescem 40% em Minas e viram tendência em 2026

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Belo Horizonte – O setor de serviços para animais de estimação em Minas Gerais registra um salto histórico neste início de ano. De acordo com dados do mercado pet, a adesão a convênios veterinários cresceu 40% em relação ao ano passado. No BSNotícias de hoje, analisamos se vale a pena trocar a reserva de emergência por uma mensalidade fixa para garantir o bem-estar do seu “filho de quatro patas”.

Por que o mercado explodiu?

A medicina veterinária em 2026 está mais avançada, mas também mais cara. Um exame de imagem complexo ou uma cirurgia de emergência pode custar o equivalente a dois meses de salário médio. O plano de saúde surge como uma ferramenta de previsibilidade financeira para as famílias mineiras. “O tutor prefere pagar R$ 100,00 por mês do que ter que desembolsar R$ 5 mil de uma vez em um imprevisto”, afirma um corretor especializado em seguros pet da capital.

O que observar antes de assinar

Nem todos os planos são iguais. O BSNotícias consultou especialistas que listaram os pontos cruciais antes da contratação:

  • Rede Credenciada: Verifique se as clínicas próximas à sua casa em BH realmente aceitam o plano.
  • Carências: Para doenças pré-existentes ou cirurgias complexas, o tempo de espera pode chegar a seis meses.
  • Limites de Cobertura: Alguns planos limitam o número de consultas anuais ou exames laboratoriais.

A “Nova” Classe Média Pet

O perfil do contratante mudou. Se antes o plano era restrito a cães de raça com alto valor de mercado, hoje a grande massa de beneficiários é composta por cães e gatos resgatados (os famosos vira-latas), cujos tutores buscam longevidade e prevenção, especialmente em tratamentos de doenças crônicas ou check-ups de rotina.

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