A CÂMARA MAIS FEMININA DA HISTÓRIA DE CONTAGEM
O Recorde Real em Contagem
Esse é o maior número da história do município, representando 32% da Câmara.
Para se ter uma ideia do salto, na legislatura passada (2021-2024), eram apenas 4 mulheres. O número dobrou!
As 8 vereadoras que fazem parte desse recorde são:
- Moara Saboia (PT)
- Adriana Souza (PT)
- Silvinha Dudu (PV)
- Glória da Aposentadoria (PSDB)
- Tia Keyla (PL)
- Daisy Silva (Republicanos)
- Carol do Teteco (MDB) — Que também ocupa a 1ª Vice-Presidência da Mesa Diretora.
- Fatinha Manancial (União)
Por que o número de cadeiras aumentou?
O aumento para 25 vereadores aconteceu porque a população de Contagem ultrapassou os 600 mil habitantes (segundo estimativas do IBGE na época da decisão). A Constituição Federal permite que cidades com essa faixa populacional tenham até 25 representantes no legislativo.
Destaques da Legislatura 2025-2028
- Poder de Decisão: Além do recorde de cadeiras, as mulheres ocupam agora 7 das 12 presidências ou vice-presidências das Comissões Permanentes da Casa.
- Liderança na Mesa: A presença de Carol do Teteco como 1ª vice-presidente coloca uma mulher no comando direto dos trabalhos legislativos.
Este cenário faz de Contagem a Câmara mais “feminina”, proporcionalmente, entre os dez maiores colégios eleitorais de Minas Gerais no momento.
Por que isso é um marco?
- A Força da Mulher no Executivo e Legislativo: Contagem vive um momento único, pois além do recorde na Câmara, a cidade é governada por uma mulher, a prefeita Marília Campos (PT), que foi reeleita em primeiro turno. Isso cria um ecossistema político onde as pautas femininas (como creches, saúde da mulher e combate à violência) ganham muito mais tração.
- Quebra de Barreiras: Historicamente, as câmaras municipais da Grande BH sempre foram redutos majoritariamente masculinos. O aumento em Contagem segue uma tendência nacional de maior ocupação feminina em cargos de decisão, impulsionada por cotas de gênero e maior financiamento de campanhas para mulheres.
- Representatividade Diversa: Entre as eleitas, há perfis que vão da defesa do esporte e saúde até pautas de movimentos sociais e educação, mostrando que a “bancada feminina” não é um bloco único, mas uma pluralidade de visões.
O Cenário em Minas Gerais
Contagem não está sozinha. Em Belo Horizonte, por exemplo, a atual legislatura também bateu recordes, elegendo 11 mulheres (mais de 25% da casa). Esse movimento nas maiores cidades do estado pressiona para que o Congresso Nacional e a Assembleia Legislativa sigam o mesmo caminho.



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