Marco Buzzi: MP pede ao TCU que atue para STJ suspender remuneração de ministro afastado após acusações de assédio

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MP junto ao TCU pede suspensão de salário de R$ 44 mil de ministro do STJ afastado por denúncias de assédio

Brasília – O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) protocolou uma representação solicitando que a Corte de Contas atue para suspender o pagamento da remuneração do ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O magistrado foi afastado de suas funções após ser alvo de graves acusações de assédio sexual e moral.

O Debate sobre os Proventos

Atualmente afastado, Marco Buzzi continua recebendo seus vencimentos mensais, que somam aproximadamente R$ 44 mil. O pedido do MP argumenta que a manutenção do pagamento integral a um servidor afastado sob tais acusações fere o princípio da moralidade administrativa e do bom uso do dinheiro público. O TCU agora deve analisar se tem competência para intervir em uma decisão administrativa interna do Judiciário.

A Defesa do Ministro

Em nota, o ministro Marco Buzzi nega veementemente todas as acusações. A defesa do magistrado afirma que ele é vítima de alegações infundadas e que provará sua inocência ao longo do processo. Segundo seus advogados, o afastamento e as investigações ainda estão em fase inicial, e a presunção de inocência deve ser respeitada, inclusive quanto à manutenção de seus direitos remuneratórios.

O caso coloca em xeque, mais uma vez, os privilégios da magistratura e os ritos de afastamento de autoridades do alto escalão em Brasília. O BSNotícias seguirá acompanhando o desfecho no TCU.

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