O Perigo da Luz Azul: Por que o uso de telas antes de dormir está engordando os mineiros em 2026?
Belo Horizonte – Você apaga as luzes, mas leva o celular para a cama “só por cinco minutinhos”? Esse hábito, aparentemente inofensivo, está no centro de uma crise de saúde em 2026. No BSNotícias deste domingo (22), revelamos estudos recentes que conectam a luz azul dos dispositivos eletrônicos à resistência à insulina e ao ganho de peso. Entenda por que a “Higiene do Sono” se tornou o pilar mais importante para quem quer emagrecer e ter saúde.
O Hormônio do Escuro
A luz azul emitida por smartphones e tablets bloqueia a produção de melatonina, o hormônio que avisa ao cérebro que é hora de descansar. Sem melatonina, o corpo não entra em sono profundo. Em 2026, pesquisadores descobriram que apenas 30 minutos de tela antes de dormir reduzem a queima de gordura durante a noite em até 15%, além de aumentar o desejo por doces e carboidratos no dia seguinte.
O Metabolismo em Xeque
“O sono não é apenas um período de descanso, é um processo metabólico ativo. Quando você interrompe esse ciclo com notificações e luz artificial, seu corpo entende que deve estocar energia”, explica um endocrinologista de BH. A falta de sono de qualidade está diretamente ligada ao aumento do cortisol, que favorece o acúmulo de gordura abdominal e eleva o risco de diabetes tipo 2.
Ritual do Desligamento: 3 Passos para 2026
Para recuperar a qualidade de vida, especialistas sugerem o “Ritual do Desligamento”:
- Regra 3-2-1: Parar de comer 3 horas antes de dormir, parar de trabalhar 2 horas antes e desligar todas as telas 1 hora antes de deitar.
- Luz Laranja: Se precisar usar luz em casa à noite, opte por lâmpadas de tom quente (alaranjado), que não interferem na melatonina.
- Quarto como Santuário: Remova a TV do quarto e mantenha o celular longe da mesa de cabeceira. Use um despertador comum se for preciso.



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