TAQUICARDIA

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A taquicardia é definida clinicamente quando a frequência cardíaca de um adulto em repouso ultrapassa os 100 batimentos por minuto (bpm). Em 2026, com o aumento do uso de smartwatches e dispositivos de monitoramento contínuo, o diagnóstico precoce dessa condição cresceu significativamente, permitindo diferenciar casos simples de arritmias graves.

Aqui está uma matéria completa sobre o tema:


❤️ Taquicardia: Quando o Coração “Acelera” Além da Conta

Sentir o coração “na boca” após um susto ou exercício é normal. No entanto, quando o peito começa a bater forte sem motivo aparente, o corpo está enviando um sinal de alerta. A taquicardia não é uma doença em si, mas um sintoma de que algo — seja emocional, químico ou estrutural — está alterando o ritmo elétrico do coração.

🔍 Tipos Principais e Suas Diferenças

Nem toda taquicardia é igual. Entender a origem do disparo é o primeiro passo para o tratamento:

  1. Taquicardia Sinusal: É o aumento do ritmo normal do coração. Geralmente é uma resposta a fatores externos como estresse, ansiedade, febre, desidratação, dor ou excesso de estimulantes (café, energéticos).
  2. Taquicardia Supraventricular (TSV): Ocorre nas câmaras superiores do coração. Pode ser súbita (paroxística) e causar palpitações intensas, tontura e falta de ar.
  3. Taquicardia Ventricular (TV): Origina-se nas câmaras inferiores. É considerada grave, pois pode impedir o coração de bombear sangue adequadamente, aumentando o risco de desmaios e parada cardíaca.

🚨 Sinais de Alerta: Quando ir ao Médico?

Você deve buscar ajuda profissional se a aceleração vier acompanhada de:

  • Dor ou pressão no peito;
  • Tontura severa ou sensação de desmaio;
  • Falta de ar extrema;
  • Palpitações que duram mais de alguns minutos mesmo em repouso.

🛠️ Inovações no Tratamento (Cenário 2026)

A medicina cardíaca avançou para procedimentos menos invasivos e mais precisos:

  • Ablação por Campo Pulsado: Uma tecnologia que utiliza pulsos elétricos ultrarrápidos para neutralizar as células que causam a arritmia, protegendo tecidos vizinhos e garantindo uma recuperação muito mais rápida que a cauterização tradicional.
  • Dispositivos Inteligentes: Marcapassos e CDIs (Cardioversores Desfibriladores) agora possuem conectividade 5G, enviando alertas em tempo real diretamente para o tablet do seu cardiologista em caso de anormalidade.
  • Medicação Direcionada: Novas drogas antiarrítmicas aprovadas recentemente têm menos efeitos colaterais nos pulmões e tireoide do que as fórmulas antigas.

🧘 O que fazer em uma crise leve? (Manobras Vagais)

Se você sente o coração acelerado por ansiedade ou uma arritmia leve já diagnosticada, existem técnicas para estimular o nervo vago e “frear” o coração:

  1. Lavar o rosto com água gelada: O choque térmico ajuda a reduzir os batimentos.
  2. Manobra de Valsalva: Prenda a respiração e faça força como se fosse evacuar por 10 a 15 segundos (consulte seu médico antes de praticar).
  3. Respiração Quadrada: Inspire por 4 segundos, segure por 4, expire por 4 e mantenha os pulmões vazios por 4.

📊 Check-up Preventivo

Evitar o consumo excessivo de álcool, tabaco e manter o controle da tireoide e da pressão arterial são as melhores formas de prevenir episódios de taquicardia.

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