⚖️ Justiça condena Pablo Marçal a pagar R$ 100 mil a Guilherme Boulos por Fake News sobre uso de cocaína

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O sistema judiciário brasileiro reafirmou o rigor contra a desinformação no cenário político. O influenciador e ex-candidato Pablo Marçal foi condenado ao pagamento de uma indenização de R$ 100 mil por danos morais ao deputado federal Guilherme Boulos. A decisão é um desdobramento das graves acusações infundadas feitas por Marçal, que associavam Boulos ao uso de entorpecentes.

📝 O Caso: Acusações sem provas

Durante o período eleitoral, Marçal utilizou suas redes sociais e espaços de debate para sugerir, reiteradas vezes, que Boulos seria usuário de cocaína.

  • A Fake News: Marçal chegou a exibir documentos que, posteriormente, foram comprovados como falsos, tentando ligar o parlamentar a episódios de internação por uso de drogas.
  • A Perícia: Investigações técnicas confirmaram que as provas apresentadas pelo influenciador foram forjadas, o que agravou a situação jurídica de Marçal.

🔨 A Sentença

O magistrado responsável pelo caso destacou que a conduta de Marçal extrapolou o limite da liberdade de expressão e da crítica política, configurando um ataque direto à honra e à imagem do adversário.

  • Valor da Indenização: Fixado em R$ 100 mil, valor que deve ser corrigido com juros e correção monetária.
  • Direito de Resposta: Além da multa, Marçal foi obrigado a publicar retratações em suas plataformas digitais, com o mesmo alcance que as postagens ofensivas tiveram.

🗣️ O que dizem as partes

“A verdade venceu a mentira. Esse valor será destinado a instituições de caridade e projetos sociais. A justiça brasileira mostra que a internet não é terra sem lei”, afirmou a assessoria de Guilherme Boulos.

Até o fechamento desta edição, a defesa de Pablo Marçal informou que pretende recorrer da decisão, alegando que as falas estavam inseridas em um contexto de “embate político”.


📊 Radar BSNotícias: Impacto Político

Analistas apontam que condenações desse tipo servem como um marco para as próximas eleições, desencorajando o uso de ataques pessoais baseados em calúnias (o chamado Deepfake ou documentos forjados). Para o público, fica o alerta sobre a importância de checar informações antes de compartilhar.

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