Alerta de Verão: Uso intenso do ar-condicionado pode reduzir vida útil da bateria em até 20%

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Belo Horizonte – Fevereiro é, tradicionalmente, um dos meses mais quentes do ano em Minas Gerais. Com as temperaturas ultrapassando os 30°C, o ar-condicionado dos veículos raramente é desligado. No entanto, o que traz conforto para o motorista pode ser o “golpe de misericórdia” na bateria do carro. No BSNotícias de hoje, explicamos por que o sistema elétrico sofre tanto no verão e como evitar ficar na mão.

O Vilão Silencioso

O ar-condicionado não utiliza apenas a força do motor; ele demanda uma carga elétrica constante para acionar ventiladores, compressores e módulos de controle. Quando o carro está em marcha lenta (parado no trânsito pesado de BH), o alternador muitas vezes não consegue suprir toda a energia necessária, fazendo com que o sistema “roube” carga da bateria.

“No calor, a reação química interna da bateria se acelera, o que causa uma descarga mais rápida. Se somarmos isso ao uso severo do ar-condicionado, a vida útil de uma bateria que duraria três anos pode cair para pouco mais de dois”, explica um técnico em eletricidade automotiva.

Sinais de Perigo

Fique atento aos sintomas de que o sistema elétrico está sobrecarregado:

  • Dificuldade na partida pela manhã.
  • Luzes do painel que oscilam quando o ar-condicionado é ligado.
  • Cheiro de queimado ou ruídos estranhos vindos das correias.

Dica de Ouro: O Hábito que Salva

Muitos motoristas cometem o erro de dar a partida com o ar-condicionado já ligado no máximo. Isso exige um esforço monumental do motor de arranque e da bateria simultaneamente. O ideal é ligar o veículo, esperar alguns segundos para estabilizar a rotação e só então acionar o resfriamento.

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