Alerta Leishmaniose: Minas Gerais reforça protocolos de prevenção no pós-Carnaval de 2026

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Belo Horizonte – Passado o período de festas e viagens, as autoridades de saúde de Minas Gerais acendem o alerta para a Leishmaniose Visceral Canina. Fevereiro, marcado pelo calor e pela umidade, é o mês ideal para a proliferação do “mosquito-palha”, transmissor da doença. No BSNotícias de hoje, mostramos por que a prevenção não pode ser relaxada e quais são os novos protocolos de tratamento que estão salvando a vida dos pets em 2026.

Prevenção é a Única Barreira

Diferente de outras doenças, a Leishmaniose não é transmitida pelo contato direto, mas sim pela picada do inseto. Especialistas reforçam que a estratégia de proteção deve ser tripla:

  1. Uso de Coleiras Repelentes: Item obrigatório para quem vive em áreas endêmicas como BH e região metropolitana.
  2. Vacinação em Dia: A vacina auxilia na proteção individual do animal, diminuindo as chances de desenvolvimento da doença.
  3. Manejo Ambiental: Manter quintais limpos, sem acúmulo de matéria orgânica (folhas, frutos e fezes), é essencial para evitar o criadouro do mosquito.

O Novo Cenário do Tratamento

Se há alguns anos o diagnóstico de Leishmaniose era sinônimo de eutanásia, em 2026 a realidade é outra. Com novos medicamentos e protocolos aprovados pelos órgãos reguladores, o pet infectado pode ter uma vida longa e saudável, desde que o tratamento seja seguido à risca e o animal seja monitorado constantemente para não se tornar um reservatório do protozoário.

Saúde Única

Vale lembrar que a Leishmaniose é uma zoonose, ou seja, também afeta seres humanos. Proteger o seu cão é, portanto, uma forma de proteger toda a sua família e a vizinhança. O diagnóstico precoce, através de exames de sangue regulares, continua sendo a melhor ferramenta de controle.

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