Dólar ou Euro? Saiba como as contas globais digitais estão salvando o orçamento dos mineiros em 2026
Belo Horizonte – O planejamento financeiro para viagens internacionais mudou drasticamente. Se antes o viajante de Minas Gerais precisava enfrentar filas em casas de câmbio e carregar notas vivas, em 2026 a estratégia é digital e muito mais barata. No BSNotícias de hoje, explicamos por que as contas globais se tornaram indispensáveis e como economizar até 10% em cada compra de moeda estrangeira.
O Fim do Câmbio Turismo
A grande vantagem das contas globais (como as oferecidas por bancos digitais e fintechs em 2026) é a utilização do Câmbio Comercial, que é significativamente mais baixo que o “Câmbio Turismo” das casas físicas. Além disso, o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para essas contas é de apenas 1,1%, contra os pesados 4,38% dos cartões de crédito convencionais.
Estratégia do “Preço Médio”
Com a volatilidade do mercado em fevereiro, especialistas ouvidos pelo BSNotícias recomendam a técnica do preço médio. “Não tente adivinhar quando o dólar vai cair ao nível mais baixo. O ideal em 2026 é programar compras semanais ou quinzenais diretamente pelo aplicativo. Assim, você dilui o risco e garante uma cotação equilibrada para a sua viagem”, afirma um economista de BH.
Segurança e Aceitação
Em 2026, a aceitação de cartões multimoedas com tecnologia contactless (por aproximação) é praticamente universal, desde os metrôs de Nova York até as feiras de rua na Europa. Além disso, essas contas permitem o saque em caixas eletrônicos locais com taxas reduzidas, eliminando a insegurança de andar com grandes quantias de dinheiro escondidas na bagagem.



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