ROGER É DEMITIDO PELO SÃO PAULO

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A notícia da queda de Roger Machado do comando técnico do São Paulo mexe diretamente com o tabuleiro do futebol brasileiro neste meio de maio de 2026. A demissão, confirmada pela diretoria tricolor após uma sequência de resultados negativos e uma eliminação precoce na Copa do Brasil, coloca o clube paulista novamente no mercado em busca de um novo comandante.


Os Motivos da Queda

A passagem de Roger pelo Morumbi foi marcada por altos e baixos, mas o desgaste tornou-se insustentável devido a três fatores principais:

  • Instabilidade no Brasileirão: O time não conseguia manter uma regularidade, figurando na segunda metade da tabela, longe das pretensões de G-4 da diretoria.
  • A eliminação traumática: A queda na Copa do Brasil para um adversário de menor expressão gerou uma crise interna e externa, com forte pressão da torcida organizada.
  • Desgaste com o elenco: Rumores de vestiário apontavam uma desconexão entre a metodologia acadêmica de Roger e a execução tática do grupo de jogadores.

Números da Passagem

Roger Machado deixa o São Paulo com um aproveitamento abaixo do esperado para o investimento feito no elenco:

  • Aproveitamento: Cerca de 48% dos pontos disputados.
  • Defesa Vulnerável: O sistema defensivo, um dos pilares do trabalho de Roger em outros clubes, não se encontrou no Tricolor, sofrendo gols em quase todas as partidas decisivas.

Quem assume o Tricolor?

Com a demissão, o São Paulo corre contra o tempo. O mercado em 2026 apresenta algumas opções interessantes que já começam a ser ventiladas nos bastidores:

  1. Nomes Estrangeiros: A tendência de treinadores portugueses e argentinos continua forte. Nomes que estão livres no mercado sul-americano já foram sondados informalmente.
  2. Solução Caseira: Enquanto não define o substituto, o auxiliar técnico fixo do clube deve assumir os treinamentos visando a próxima rodada do Campeonato Brasileiro.

Impacto no Cenário Nacional

A saída de Roger também coloca o treinador como uma peça livre para outros clubes que estão em crise. Vale lembrar que, no atual cenário de 2026, a rotatividade de técnicos segue sendo um dos grandes desafios da gestão esportiva no Brasil.

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