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Pets no frio: cuidados essenciais fazem a diferença!

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A chegada do frio faz com que as pessoas dobrem a atenção com a sua saúde.

A postura não deve ser diferente com nossos queridos pets, que também requerem cuidados especiais nessa época. 

É comum confundir os sinais de que o seu mascote está incomodado com o frio – muitos tutores acham que se trata de meros espirros ou até engasgamento, como um “osso” que não quer sair da garganta.

Assim como ocorre com os humanos, sinais respiratórios nos pets podem aparecer e desaparecer em questão de dias sem causar maiores transtornos.

Porém, deve-se estar atento à fragilidade não apenas do aparelho respiratório dos mamíferos em dias gelados, mas também dos ossos e articulações. 

O frio também pode ressecar mucosas, desidratar o animal e consumir toda a energia dele para tentar manter a temperatura corporal em níveis mais adequados à manutenção do sistema.

Por isso, é importante protegê-los tanto dos choques térmicos quanto da exposição prolongada ao frio.

Os animais mais jovens ainda não têm uma boa camada de gordura para passarem pelo inverno e, por conta disso, também podem ter a saúde afetada na estação.

Logo, achar que bicho peludo não passa frio é mito!

Cães e gatos precisam de proteção nos dias de temperaturas baixas.

Nossa equipe preparou uma série de dicas.

Aproveite e repasse as boas informações!

  • Mantenha cobertas para dormir e ajeite seu pet em um ambiente fechado e de roupinhas adequadas para o frio.
  • Evite os passeios, os animais têm contato direto com o chão frio. Se for passear, faça percursos curtos.
  • Todas as principais vacinas devem estar em dia: polivalente, antirrábica e gripe canina (para cães).
  • Os banhos devem ser dados com água morna, e os animais devem ser bem secados. Se puder diminuir a frequência, melhor. 
  • Evite correntes de ar frio a partir das janelas, para evitar problemas otológicos.
  • Também é sempre construtivo estimular as brincadeiras, observar a frequência de urina do seu parceiro ou parceira de quatro patas, além oferecer, constantemente, água fresca. 

Agora lembre-se: não podemos nos esquecer dos animais em situação de rua.

Caso possa, abrigue-os (ainda que de forma provisória), ou ao menos ofereça cobertores, roupinhas, alimentação e água.

É plantando empatia que colhemos o bem.

Estamos “cãobinados”?